As fotos da Carolina e a podridão

Está rodando no Facebook uma campanha mais ou menos assim: “se você mora num país onde achar os ladrões das fotos da Carolina Dieckmann é mais importante que encontrar quem desvia verba pública COMPARTILHE ESTA FOTO”. Sou usuário, confesso, de expressões comparativas. Mas, aqui, há um erro grave.

A atriz – que sem Photoshop é bem normal, diga-se de passagem – defendeu o que há de mais importante para a construção da dignidade social do país: a família. Ela só queria que o filho não a visse nua. Ela está coberta de razão – por mais que isso parecerá demagogia minha.
Entendo que houve repercussão demais no caso. Mas não podemos comparar esse episódio com a podridão e a bandalheira geral desta República. Se não defendermos a família, tudo estará perdido.

Nem sei como concluir, só espero não ser criticado. Cadeia aos corruptos. Punição aos incorretos. Mas tolerância ao comparar. Família e política são duas coisas diferentes, mesmo sendo parecidas. Há famílias podres, como há políticos bons; há (muitos) políticos podres, como temos – ainda, graças a Deus – famílias decentes. Atenção específica a cada uma delas. Só isso.

Boa quarta-feira.

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Conexão Facebook

1 – Enquanto a maioria se preocupa com Jorginho e Carminha, em Avenida Brasil, tem jornalista levando tapa de deputado picareta. #BrasildeTolos.

2 – V. Exa. Márcio Reinaldo Moreira (PP-MG) esbofeteou Felipe Andreoli, do CQC. Alô, sindicato? Alô, Comissão de Ética? #BrasildeTolos.

3 – E o Sarney disse que o PMDB não tem donos. Ou seja, ele é o único proprietário.

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Uma troca triste: ser por ter

Em relação ao Dia das Mães, vivo uma situação diferente das pessoas que ainda possuem vivas as suas genitoras. Mas, mesmo antes da perda da minha mãezinha, vinha percebendo – e cheguei até falar isso a ela – que as pessoas não estavam mais sentindo e vivenciado o que realmente deve significar o Dia das Mães. O que importa, parece, é dar o presente mais caro que aquele dado pelo irmão; é enchê-las de flores, mesmo que seja só nesse dia. Triste. O Dia das Mães deve ser um momento de reflexão e agradecimento. “A segunda melhor data do ano para o comércio”. Mais triste ainda. Mãe não é mercadoria, muito menos estante para presentes. É fonte de vida e zeladora do amor. Tratemos nossas mães “simplesmente” como mães e teremos amor por mais tempo entre nós. Feliz Dia das Mães.

De saco para mala

Só lembrando “aus culega” que teremos, em outubro, eleições municipais. Atentem ao fato. Nada de ficar reclamando, depois, que “us pulítico” só solicitam barro, lâmpadas e posam para fotos.

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Relapso: eu sou e admito

Disse que ia voltar, voltei, e cá estou me atrapalhando já de início – ou reinício, com queiram. O que me complicou foi uma viagem de trabalho, inesperada. Mas está tudo certo. Vamos ao que interessa. Prometo postar aqui no blog, dentro dos próximos dias, uma crônica. Será a primeira. Vamos ver o que vocês acharão.

Mas, falando em sumiço, onde estão todos vocês?

Estacionou bem, né?

Flagrei a cena hoje, no Centro de Indaial. Ou o motorista ama demais esse carro, ou é muito barbeiro. Na contramão e sobre a calçada. Que beleeeeza…

 

 

 

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O que vi da vida! (Desde março)

A brincadeira com o título do post é uma sátira do quadro do Fantástico (que às vezes tem cada personagem que olha…). Aproveito para contar para vocês o que o período de férias – desde a última postagem, em 6 de março – fez comigo. Vamos lá: dois quilos a mais. Um remédio novo (o primeiro). Um vice-campeonato do Vasco a mais (sem comentários…). Um pouco mais de admiração pela presidentE (com e!) Dilma (não se admirem lulistas, é só admiração…). E muita leitura (…).

Ah, e um pouco mais de tristeza em relação a alguns adultos e ignorantes da sociedade. Agora, tenho um novo lema: só as crianças, e a educação, podem salvar o Brasil. Vi gente crescida tropeçar (literalmente) no lixo e deixar na rua – para outro tropeçar. Dá pra acreditar, ainda, nos adultos?

Gratidão: que bela virtude

Na semana passada, como aperitivo, postei um vídeo do músico, compositor e gente-fina Luiz Vicentini. Ele leu e agradeceu. Baita cara!

“Meu amigo Aldo, tô passando pra lhe agradecer, e muito, por ter postado minha canção em seu blog, e dizer o quanto me faz bem saber que minha música faz bem, que traz conforto ao coração e que traduz a história de muita gente, uma vez que escrevo sobre o cotidiano, buscando sempre mostrá-lo em forma de poesia. Deixo, então, um forte abraço e desejo sucesso em sua caminhada, e que a paz e felicidade lhe invada a alma. Valeu!!!”

www.luizvicentini.com.br

À moda Alexandre Garcia

O comentarista da Globo não é, assim, tão admirado pelos seus colegas jornalistas. O motivo? Fala o que muitos não gostam de ouvir. Alexandre Garcia se incomoda com seus colegas que vivem à caça de ricaços que – como todo mundo – erram vez ou outra. O filho do Eike Batista que o diga. Garcia vive dizendo, em seus comentários de rádio, que “muitos jornalistas odeiam ricos; como se ganhar dinheiro fosse pecado”. Penso o mesmo. E enquanto os jornalistas e o Brasil se preocupam com as “M” do filho do Eike, a República vai às favas, com cachoeiras e cachoeiras de lama…

Até a próxima. Boa semana!

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De volta pra casa, aos poucos

Olá, amigos! Vamos dar vida, de novo, ao blog. Só que em doses pequenas. Para iniciarmos essa nova jornada, e aproveitar esse momento que antecede o Dia das Mães, nada melhor do que boa música: para refletir, agradecer e, principalmente, valorizar os artistas da terra. Com vocês, Luiz Vicentini.

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Quase…

Só mais um pouquinho e eu volto. Prometo.

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A difícil missão de dizer “até logo”

Eu, aqui no blog, aprendi um monte. Eu me diverti muito. Eu me revoltei várias vezes. Mas eu sempre soube que esse blog me trouxe mais alegrias do que tristezas. Dias atrás eu disse, superficialmente, que estava com problemas para administrá-lo. Era e é verdade.

Por isso, durante um tempo que não posso ainda precisar, ficarei fora do ar. Agradeço ao Portal TPA (em especial à Rúbia) pela confiança depositada em meus textos desde o ano de 2009. Aos leitores – alguns transformados em verdadeiros amigos – deixo o mais sincero sentimento de gratidão: aprendi muito com vocês, obrigado.

Às pessoas que talvez eu tenha ofendido, peço desculpas. Àquelas que desejaram o meu mal (eu sei que isso aconteceu e nem por isso esmoreci) digo que torço pelo seu sucesso e que Deus  as torne melhores. Aos familiares, transmito meu muito obrigado pelo incentivo – destaco aqui a patroa, que participou sempre da construção do blog. E aos leitores e amigos fieis, deixo um recado: eu voltarei. Assim que possível, eu voltarei.

Talvez eu volte mais brando, talvez não. Quem sabe eu retorne com novos posicionamentos, talvez não. Mas, de uma coisa tenham certeza: vou voltar melhor porque nossa vida deve ser, sempre, em direção à melhora constante.

As polêmicas me fizeram crescer. As piadas me fizeram relaxar. E as denúncias me fizeram acreditar que o mundo/país/estado/região/município se torna melhor quando temos coragem de começar a mudança.

Fiquem bem. Ne sutor ultra crepidam…

Abraço carinhoso,
Aldo Jr. Pasqualini
6/3/2012

 

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Pergunta de sexta: coletivo ou individual?

Você pratica algum trabalho voluntário? De que forma ajuda as pessoas?

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Deve ser legal ser errado total

Não sou sinônimo de retidão. Sou extremamente errado em muitas coisas. Mas quem não é? O detalhe é que, ultimamente, parece que há um culto à incorreção. Se a placa diz “não entre”, entramos; se a lei pede para pagar, não pagamos. Tente dirigir conforme orientam as placas de trânsito – principalmente no que diz respeito à velocidade do veículo – e a traseira do seu carro será destruída e a sua pobre mãe, infelizmente, será insultada.

Que coisa mais chata. Ser certo virou sinônimo de careta. E, assim, vamos perdendo nosso caráter pelo fato de ser legal ser errado. Triste…

Ausência

Não está fácil manter o blog. Não está fácil…

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